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sábado, 20 de fevereiro de 2010

Guerra duplicou casos de leucemia infantil no Iraque

Guerra duplicou casos de leucemia infantil no Iraque

Os casos de leucemia duplicaram em crianças iraquianas, nos últimos 15 anos.
Purificación García de Miguel, responsável da Unidade de Hemato-Oncologia e transplante de Medula Óssea Pediátrica do Hospital La Paz de Madrid, referiu ao diário espanhol não ter dúvidas que por detrás destes casos estão “os factores ambientais a que as crianças têm estado expostas em Basora”.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Alimentos como aipo e salsa podem ajudar a prevenir leucemia

Um estudo holandês publicado na revista científica Cell Death and Disease, sugere que comer alimentos que contenham o flavonóide natural apigenina pode ajudar a prevenir a leucemia.
O investigador Maikel Peppelenbosch da Universidade de Groningen, na Holanda, afirma que testes mostraram que a apigenina, um componente comum nas frutas e vegetais foi capaz de travar o desenvolvimento de dois tipos de células da leucemia e diminuir as suas probabilidades de sobrevivência.
Os resultados sugerem que a apigenina pode ser prometedora na prevenção da leucemia, afirma o cientista. No entanto, adverte que o composto tem resistência à quimioterapia, o que sugere que pode interferir com os tratamentos padrão em pessoas já diagnosticadas com leucemia.
«A apigenina pode ser um agente de prevenção útil da leucemia, mas não deve ser administrado ao mesmo tempo que a quimioterapia, uma vez que pode interferir com os efeitos positivos do tratamento», afirmou o especialista, cita a agência Reuters.
Estudos anteriores indicaram que a apigenina, que é encontrada no aipo, salsa, vinho tinto, molho de tomate e em outros alimentos à base de plantas, também pode ser benéfica na protecção contra o cancro nos ovários.

Fonte: Sapo Saúde

Fernanda e Eugénia

sábado, 30 de janeiro de 2010

Leucemia: Sintomas de Alerta

Como todas as células do sangue, as células da leucemia percorrem todo o corpo. Dependendo do número de células tumorais, e do local onde estas células se depositam, uma pessoa com leucemia pode apresentar sintomas variados.

Os sintomas comuns de leucemia, incluem:
  • Febre e suores nocturnos.
  • Infecções frequentes.
  • Sensação de fraqueza ou cansaço.
  • Dor de cabeça.
  • Sangrar e fazer nódoas negras (hematomas) facilmente: gengivas que sangram, manchas arroxeadas na pele, ou pequenas pintas vermelhas sob a pele.
  • Dor nos ossos e articulações.
  • Inchaço ou desconforto no abdómen (em consequência do aumento do baço).
  • Gânglios inchados, especialmente os do pescoço e das axilas.
  • Perda de peso.

Esta sintomatologia não é exclusiva da leucemia e pode surgir no curso de outras patologias benignas ou malignas. São um sinal de alerta para consultar o médico assistente pois só ele pode diagnosticar e tratar o problema.

Nas fases iniciais da leucemia crónica, as células tumorais funcionam quase normalmente. Os sintomas podem não aparecer, durante muito tempo. Muitas vezes, o médico descobre a leucemia crónica durante um exame de rotina, isto é, antes de existirem quaisquer sintomas. Quando surgem os sintomas, estes são geralmente ligeiros, no início, e vão piorando, gradualmente.

Na leucemia aguda, os sintomas surgem e pioram rapidamente. A pessoa vai ao médico porque se sente doente. Outros sintomas da leucemia aguda são vómitos, confusão, perda do controlo muscular e convulsões. As células tumorais podem, ainda, depositar-se nos testículos, provocando inchaço. Algumas pessoas também desenvolvem feridas nos olhos ou na pele. A leucemia também pode afectar o aparelho digestivo, os rins, os pulmões ou outras partes do corpo.

Eugénia e Fernanda

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Campanha de recolha de sangue e de identificação de dadores de medula óssea

No dia 26 de Fevereiro, vamos realizar, em parceria com o grupo Doar Vida, uma recolha de sangue e de identificação de dadores de medula óssea, na nossa escola. Contamos com a ajuda da Associação Humanitária de Dadores da Póvoa de Varzim, com a qual tivemos ontem uma reunião.
O sr. Vítor Correia, vice-presidente da AHDPV, mostrou-se muito receptivo e disposto em ajudar-nos na campanha.
Se estiver disponível a participar na nossa actividade e apto a doar sangue, não se esqueça de aparecer. Até lá, continuaremos a dar notícias, a relembrar a campanha e mais informações.

Novos fármacos contra leucemia. Investigação pode abrir portas para uma nova família de medicamentos contra o cancro

Uma nova molécula de laboratório pode ajudar a combater a leucemia. Apesar de os cientistas conhecerem bastante bem o papel da molécula mTOR (responsável por grande parte dos tumores), os fármacos desenvolvidos para a bloquear entorpecem o funcionamento do sistema imunitário.
Segundo uma investigação publicada na Nature Medicine, a nova substância anti-tumoral foi testada com sucesso em ratos e em linhagens celulares. No entanto, aínda é cedo para saber se o potencial é semelhante em humanos.
Como explica o estudo, de David Fruman e equipa, da universidade da Califórnia e do centro de cancro de Anderson em Houston, os resultados do novo inibidor de mTOR superou - pelo menos em laboratório - muitos fármacos utilizados actualmente para combater a leucemia, como o dasatinib (Sprycel) ou a rapamicina (Sirolimus). Para surpresa dos investigadores, o novo composto, baptizado como PP242, mostrou muito menos efeitos secundários nos leucócitos: um dos principais problemas que interferiam na utilização dos inibidores de mTOR como anti- tumorais.
Este novo composto tem aínda capacidade de reforçar a acção de outra familia de fármacos contra o cancro como o imatinib (Glivec) e dasatinib.
Apesar da aptência para travar a proliferação de células de leucemia linfoblásticas, os autores reconhecem que aínda é necessário esperar para ver se é seguro e eficaz usar esta molécula em pacientes.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=38764&op=all

Fernanda e Eugénia

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sangue do cordão umbilical pode salvar dezenas de vidas

O banco público de células estaminais , Lusocord, acolhido no Centro de Histocompatibilidade do Norte (CHN), já tem 1400 dádivas de sangue do cordão umbilical, destinadas a investigação e transplantes, que podem salvar dezenas de doentes com leucemia.
Essas dádivas ainda não podem ser usadas, uma vez que nem todas as formalidades estão cumpridas, mas Helena Alves, directora do CHN, acrescenta que o acesso às mesmas pode tornar-se realidade no início do Verão.

Pode ler a notícia completa em Público

João Paulo

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Leucemia

A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos) de causa não conhecida. Esta tem como principal característica a acumulação de células na medula óssea.
A medula óssea é o local de formação das células sanguíneas, ocupa a cavidade dos ossos e é conhecida popularmente por tutano. Nela são encontradas as células mãe ou precursoras que originam os elementos figurados do sangue (glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas). Os principais sintomas de leucemia decorrem da acumulação dessas células na medula óssea, prejudicando ou impedindo a produção dos glóbulos vermelhos (causando anemia), glóbulos brancos (causando infecções) e plaquetas (causando hemorragias e manchas roxas).
Depois de instalada, a doença progride rapidamente, exigindo início de tratamento rápido.

TIPOS DE LEUCEMIA
Os tipos de leucemia são agrupados pela rapidez de desenvolvimento da doença e seu agravamento. A leucemia pode ser crónica (piora lentamente) ou aguda (piora rapidamente):
• Leucemia crónica: no início da doença, as células sanguíneas anómalas ainda conseguem desempenhar a sua função e o doente pode não ter quaisquer sintomas. Lentamente, a leucemia vai piorando; vai causando sintomas, à medida que o número de células tumorais aumenta.
• Leucemia aguda: as células sanguíneas são muito anómalas, não conseguem desempenhar as suas funções e o seu número aumenta rapidamente.

Os tipos de leucemia são, também, agrupados pelo tipo de glóbulos brancos que são afectados. A leucemia pode surgir em células linfóides ou em células mielóides. A leucemia que afecta as células linfóides chama-se leucemia linfocítica. A leucemia que afecta as células mielóides chama-se leucemia mielóide ou mielogénica.
Existem quatro tipos comuns de leucemia:
• Leucemia linfocítica crónica (leucemia linfoblástica crónica, LLC): é responsável por cerca de 7000 novos casos de leucemia, todos os anos . Na maioria das vezes, a pessoa não apresenta sintomas. Esta doença é mais frequente depois dos 55 anos. Quase nunca afecta crianças.
• Leucemia mielóide crónica (leucemia mielogénica crónica, LMC): é responsável por cerca de 4400 novos casos de leucemia, todos os anos. Afecta principalmente os adultos.
• Leucemia linfocítica aguda (leucemia linfoblástica aguda, LLA): é responsável por cerca de 3800 novos casos de leucemia, todos os anos. É o tipo mais comum de leucemia em crianças. Também afecta os adultos.
• Leucemia mielóide aguda (leucemia mielogénica aguda, LMA): é responsável por cerca de 10600 novos casos de leucemia, todos os anos. Afecta tanto adultos como crianças.

Há, ainda, outros tipos mais raros de leucemia. No conjunto, são responsáveis pelo aparecimento de 5200 novos casos de leucemia todos os anos.

Fernanda e Eugénia