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sábado, 19 de março de 2011

Bebé sem gene do cancro da mama

Nasceu o primeiro bebé em Espanha sem o gene BRCA1, responsável pelo aumento do risco de cancro da mama!

Com antecedentes familiares de cancro da mama e dos ovários em idade precoce e com alta mortalidade, a paciente recorreu ao Programa de Reprodução Assistida de Puigvert-Sant Pau de Barcelona e submeteu-se à técnica de selecção de embriões fertilizados in vitro. A eliminação do gene BRCA1 no bebé tornou-se possível graças ao diagnóstico pré-implantação, que selecciona os embriões sem mutações genéticas, assegurando-lhe também uma descendência saudável.

Em Janeiro já tinha nascido um outro bebé em Inglaterra com recurso à mesma técnica. Em Portugal esta técnica é usada apenas para os portadores da Doença do Pézinho.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Morreu José Saramago


Aos 87 anos de idade, morreu José Saramago, Prémio Nobel da Literatura, vítima de cancro.

Segundo o seu editor, o escritor português encontrava-se doente mas em estado "estacionário", mas a situação agravou-se.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Dia Mundial Sem Tabaco

Hoje assinalou-se o Dia Mundial Sem Tabaco, com várias iniciativas pelo país para sensibilizar os portugueses para os malefícios do tabaco e alertar para o crescente aumento do número de mulheres fumadoras (dos mil milhões de fumadores no mundo, a Organização Mundial da Saúde, OMS, estima que 1/5 seja do sexo feminino).

O tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para celebrar a efeméride - "O Tabaco e o género, com ênfase para publicidade dirigida às mulheres" - visou chamar a atenção para as estratégias utilizadas pela indústria do tabaco para aumentar o consumo dos seus produtos por parte das mulheres.

Em Lisboa, irá decorrer o I Fórum Ambiente e Saúde Respiratória, promovido pela Fundação Portuguesa do Pulmão, em parceria com o Programa Ambiente e Saúde da Fundação Calouste Gulbenkian.

A Comissão de Trabalho de Tabagismo da Sociedade Portuguesa de Pneumologia assinala a efeméride em Coimbra, com uma reunião subordinada ao tema "A Mulher Fumadora", com a participação de responsáveis das consultas de cessação tabágica da Região Centro e de profissionais das áreas da Psicologia Clínica, Nutrição e Saúde Materno-infantil.

Decorrerão ainda acções de sensibilização e rastreio no Instituto de Oncologia de Coimbra.
Em Almodôvar, a Missão Coração Feliz irá realizar várias acções para promover a saúde e prevenção das doenças cardiovasculares, uma iniciativa promovida pelo Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva.

No âmbito das comemorações, a Comissão de Prevenção do Tabagismo do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho realiza o fórum "Tabaco a mulher e a publicidade".

Segundo um inquérito Eurobarómetro divulgado em Bruxelas, 23% dos portugueses fumam, sendo a maioria do sexo masculino.
Fonte: SIC

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Ellen Pompeo apela à prevenção

Ellen Pompeo, actriz que interpreta uma cirurgiã na série de televisão norte-americana "Anatomia de Grey", saiu do ecrã para incentivar as mulheres a fazer da sua própria saúde uma prioridade para prevenir o cancro, avança a ABC News.

A doença afecta uma em cada três mulheres nos EUA durante a sua vida. Ellen Pompeo, mãe recentemente e filha de um sobrevivente de cancro, acredita que as mulheres são vitais para combater e impedir a doença.

"O cancro é algo que afecta a vida de todas as pessoas", disse a actriz, acrescentando que "se trata de nos escolhermos a nós próprias."

Juntamente com a American Cancer Society, Ellen Pompeo vai lançar uma campanha nacional na terça-feira sobre a prevenção do cancro.

Medidas de prevenção
Cerca de metade das mortes por cancro poderiam ser evitadas pela detecção precoce, manter um peso e uma alimentação saudáveis, usar protector solar e evitar o tabaco, de acordo com a American Cancer Society.

Um inquérito nacional realizado on-line pela American Cancer Society, em Março, com cerca de 2.000 mulheres mostrou que 90% dizem que ficam aquém de uma alimentação saudável.

Além disso, cerca de 85% não praticam exercício físico mínimo de 30 minutos por dia, cinco dias por semana, e 76% nem sempre protegem a pele do sol.

"As mulheres são a chave para a prevenção do cancro, porque são os principais médicos das suas famílias," disse Elizabeth Fontham, da American Cancer Society. "Mas elas realmente esforçam-se para fazer da sua própria saúde uma prioridade”, concluiu.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Identificada molécula que bloqueia metástases

Um estudo realizado pelo Weill Cornell Medical College, da Universidade Cornell, nos EUA, e publicado na revista Nature, mostrou que as moléculas macroketones (substâncias sintéticas) podem actuar sobre uma proteína envolvida no processo de disseminação das células.
Experiências realizadas com ratinhos mostram que o tratamento com a macroketone interrompeu a propagação do cancro, em comparação com os animais do grupo de controlo que morreram com metástases.

Quando o fármaco foi dado uma semana depois da introdução das células cancerosas, o bloqueio foi superior a 80%.

De acordo com os investigadores, os resultados obtidos são animadores, revelando-se assim a possibilidade de se desenvolverem novas classes de fármacos oncológicos e, talvez, do primeiro capaz de parar as metástases no cancro. “Mais de 90 por cento dos doentes oncológicos morrem porque o cancro se espalhou. Por isso precisamos desesperadamente de encontrar uma maneira para travar as metástases”, frisou Huang Xin-Yun, um dos investigadores envolvidos neste estudo.

Moléculas macroketone
Há dez anos, investigadores japoneses conseguiram isolar de uma cultura da bactéria Streptomyces sp, uma substância natural utilizada em muitos antibióticos, mas que não tem muita capacidade para inibir a propagação de metástases. Desde então, muitos cientistas procuram criar análogos, versões sintéticas e moleculares mais simples.
Depois de várias alterações, conseguiram criar uma substância - moléculas macroketone - que, em 2005, revelou ser capaz de travar as metástases em animais, sem no entanto terem percebido a forma de actuação deste agente.

Já neste novo trabalho, conseguiram verificar que a substância age sobre uma proteína, a actin cytoskeletal, que é fundamental à locomoção celular na medida em que forma “mini-tentáculos”. A macroketone é, assim, capaz de travar este mecanismo, impedindo que as células cancerígenas adiram a outras células saudáveis. Embora não impeça a formação de um tumor, impede a sua movimentação pelo corpo, funcionando como um agente que previne as metástases do cancro.

“Os resultados sugerem que um agente como a macroketone possa ser usado tanto para prevenir como impedir as metástases do cancro”, diz Huang. “Como não tem efeito sobre o crescimento de um tumor primário, um fármaco como este deve ser combinado com outras terapias oncológicas que actuem no crescimento do tumor”, conclui o investigador.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Boa Páscoa


O Grupo (Con)Viver Com O Cancro deseja-lhe uma Boa Páscoa.

Curiosidade sobre o chocolate:
O chocolate é rico em polifenóis, antioxidantes que parecem ter efeitos benéficos na saúde: a sua acção, aparentemente, é capaz de neutralizar alguns mecanismos do cancro.
Por isso coma amêndoas. Com moderação é claro... :)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Está a ser testada nova vacina contra cancro do pulmão (CiênciaHoje)

A ideia de encontrar uma vacina capaz de atacar as células tumorais não se mostrou tão útil como teriam desejado os cientistas.
Algumas das tentativas desenvolvidas até então funcionaram apenas a meio-gás, por isso há que ter cuidado a analisar esta notícia: uma terapia eficaz imune contra um tipo de tumor de pulmão − o mesotelioma.
Mesotelioma é dos cancros mais mortais

A teoria é atractiva − se o sistema imunológico do organismo humano fosse capaz de identificar e atacar as células tumorais como faz contra os vírus ou bactérias externas, talvez as próprias células defensivas pudessem acabar com elas internamente. Mas isto não é assim tão simples. É necessário haver uma resposta suficientemente intensa para que tenha potencial anti-canceroso, mas sem efeitos secundários indesejáveis.

A última tentativa de encontrar uma vacina para combater um dos tipos de cancro mais mortais vem publicada na revista American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.

O mesotelioma produz-se na pleura, a membrana que reveste os pulmões e está fortemente relacionado com a exposição ao amianto, um componente tóxico que se usou durante décadas na indústria antes da sua proibição.

A equipa de Joachim Aerts, do Centro Médico Erasmo de Roterdão, na Holanda, tem estado a provar a eficácia de uma vacina contra o mesotelioma.

Os testes em animais mostraram que as células dendríticas do próprio sistema imunitário eram capazes de travar a doença e agora acabam de publicar os resultados com os primeiros dez pacientes que testaram a terapia.

Ensaios e eficácia
Trata-se ainda da primeira fase do ensaio, cujo primeiro objectivo era demonstrar que a terapia também é segura em humanos, mesmo que anteriormente já tenham observado indícios de eficácia.

Os investigadores extraíram células dendríticas imaturas do sistema imunitário de dez pacientes com mesotelioma em fases iniciais que já tinham sido sujeitos a quimioterapia.

Em laboratório, estas células defensivas foram tratadas para que reconhecessem como estranhos os antigénios do tumor e posteriormente foram reinjectadas no organismo (três vezes durante duas semanas).

Mesmo que o trabalho ainda seja experimental para dar conclusões exactas, os investigadores observaram nas amostras de sangue dos participantes um aumento significativo de anticorpos − as substâncias que produz o organismo quando detecta elementos estranhos.

Célula dendrítica ataca célula cancerígena

Em relação a efeitos secundários apenas se registaram alguns problemas de febre e sintomas parecidos com a gripe no dia seguinte à injecção.

Amianto continua a atacar
“Detectámos uma resposta imune num número mínimo de pacientes após a vacinação, se isto se traduz numa melhora da esperança de vida a longo prazo deve ser elucidado em futuros trabalhos”, reconhecem os autores. Três dos pacientes mostraram uma regressão tumoral, mas não se pode concluir que se deva à vacina.

Mesmo que o amianto esteja proibido na grande parte dos países desenvolvidos (na União Europeia foi proibida toda e qualquer utilização desta fibra mineral desde Janeiro de 2005), o mesotelioma é uma doença que pode levar de 20 a 50 anos a desenvolver-se desde o momento da exposição.

Por isto, Aerts alerta que a incidência e mortalidade causada por este cancro vai continuar a aumentar mesmo depois de 2020. Com os actuais regimes de quimioterapia, a esperança média de vida depois do diagnóstico não supera os 12 meses e os investigadores acrescentam que “é urgente continuar a trabalhar em vias alternativas que levem a novas terapias”.

terça-feira, 9 de março de 2010

Os telemóveis e os tumores cerebrais

Já todos ouvimos a história de que os telemóveis provocam tumores cerebrais. Mas será que é verdade?

"O uso intensivo do telemóvel não está directamente relacionado com o aparecimento do cancro cerebral, garante o Ministério da Saúde, citado pelo Destak.
(…)
No caso dos telemóveis, admite-se que, do ponto vista teórico, haja “razão de ser” na criação do mito. “Existem três tipos de radiação que podem constituir potenciais factores de risco”, entre os quais a dos telemóveis, lê-se. Mas um estudo levado a cabo por investigadores americanos, (publicado no New England Journal of Medicin, em 2001), onde se compara o tipo e intensidade de utilização de telemóveis de doentes com e sem cancro, indica o contrário.
Nesse estudo, 782 doentes foram internados em hospitais dos EUA com cancro e comparados com 799 doentes também internados mas sem esse diagnóstico, e a “conclusão foi não haver qualquer relação entre a utilização de telemóveis durante um período superior a 100 horas, de pelo menos 60 minutos por dia ou regularmente durante pelo menos cinco anos”, lê-se.
‘De qualquer maneira as pessoas podem ficar descansadas, já que não existe qualquer relação entre o uso de telemóveis e o cancro cerebral’ "

in POP

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mapas tridimensionais ajudam a detectar cancro na próstata (CiênciaHoje)

Apesar de ser um dos tumores mais habituais, o diagnóstico do cancro da próstata continua a ser um desafio para os oncologistas, que muitas vezes encontram falsos negativos que dificultam o seu trabalho.

Um novo estudo, publicado na revista 'Science Traslational Medicine', aponta um dos caminhos futuros, com o desenho de mapas tridimensionais da doença a partir de alterações químicas que ocorrem nos tecidos nas células malignas.

Segundo explica a equipa de Chin-Lee Wu, do Hospital de Massachusetts, nos Estados Unidos, a investigação foi baseada em metabólitos, pequenas moléculas que são produzidas por reacções químicas no organismo.

Observando as próstatas removidas de cinco doentes com cancro, os cientistas descobriram que era possível usar essa ‘impressão digital química’ para criar um mapa tridimensional do tecido canceroso.

Apesar do grande avanço tecnológico de métodos, ainda há o risco de analisar uma amostra da próstata em que não existe tumor, o que significa que é erroneamente diagnosticado um negativo.

“Apesar da ajuda dos métodos radiológicos, ainda existe uma imperiosa necessidade de novas técnicas para superar estes obstáculos e poder detectar a doença nos seus estados iniciais”, explicam os autores.

Este estudo mediu diferentes metabólitos no tecido da próstata e combinou-os usando tecnologia informática até detectar as regiões de tecido mais alteradas.
Chin-Lee Wu, autor do estudo
Com esta informação somada a uma técnica de imagem como a espectroscopia de ressonância magnética podem detectar-se lesões de cancro com uma precisão de 93 a 97 por cento.

Como explica Wu, é difícil crer que as alterações químicas que se produzem por causa do cancro afectem um único metabólito, e não um conjunto deles. Talvez esta mesma informação sirva no futuro para oferecer outra informação sobre os tumores, como o seu grau de malignidade ou a sua extensão a outros tecidos.


quarta-feira, 3 de março de 2010

Substância em falta para exames de oncologia e cardiologia será necessária por mais 15 anos

"A produção da substância radioactiva molibdénio, cuja escassez está a provocar atrasos nos exames de diagnóstico de oncologia e cardiologia, vai ser necessária por mais 15 anos, segundo um inquérito realizado pela Associação Europeia de Medicina Nuclear.
O "Diário de Notícias" revela na edição de hoje que várias clínicas e hospitais portugueses estão a adiar exames de diagnóstico em cardiologia e oncologia perante a escassez mundial desta matéria-prima essencial à sua realização.
Em causa está a paragem de um dos dois maiores reactores nucleares mundiais que produzem molibdénio, refere o jornal.
(…)
Até agora, os exames urgentes têm sido assegurados, mas para isso é muitas vezes necessário cancelar alguns exames e tornar a marcá-los para quando houver capacidade, disse a médica [Lucília Salgado, médica no Instituto Português de Oncologia de Lisboa], reiterando: "houve alguns períodos mais críticos, mas não tem havido interrupção total de fornecimento".
Apesar de haver exames alternativos, aquela matéria-prima faz falta: "É o nosso cavalo de trabalho", comentou a médica, adiantando que anualmente são realizados milhares destes testes.
"É todo um sistema de trabalho que está a ser abalado porque os nossos equipamentos foram construídos de forma a poder ler com grande eficácia a energia do tecnécio" (substância derivada do molibdénio), sustentou Lucília Salgado, convicta que a sua produção vai ser assegurada, até porque "estão a ser dados passos nesse sentido".
(...)
Para o presidente da Federação Nacional dos Prestadores de Cuidados de Saúde, que representa o sector privado, os "casos mais prementes são sempre tratados", com a gestão dos lotes a ser feita "em função das necessidade mais ou menos urgentes".
"Não há propriamente uma consequência drástica para as pessoas que necessitam de realizar estes exames", sublinhou Armando Santos, considerando que esta situação tem "menos impacto" na actividade privada por ter mais de um fornecedor e não ser sujeita a concursos públicos."


sábado, 20 de fevereiro de 2010

Cancro do pâncreas pode ser diagnosticado através da saliva

Cancro do pâncreas pode ser diagnosticado através da saliva

Um estudo da Universidade da Califórnia, Los Angeles, revelou a existência na saliva de biomarcadores para detecção de cancro do pâncreas num primeiro estágio da doença.
"Esta importante descoberta, publicada no «Gastroenterology», pode permitir uma maior eficácia no tratamento desta doença, até agora um dos cancros mais mortais por ser sintomática apenas numa fase já avançada."

Guerra duplicou casos de leucemia infantil no Iraque

Guerra duplicou casos de leucemia infantil no Iraque

Os casos de leucemia duplicaram em crianças iraquianas, nos últimos 15 anos.
Purificación García de Miguel, responsável da Unidade de Hemato-Oncologia e transplante de Medula Óssea Pediátrica do Hospital La Paz de Madrid, referiu ao diário espanhol não ter dúvidas que por detrás destes casos estão “os factores ambientais a que as crianças têm estado expostas em Basora”.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Instituto do Sangue quer dadores até aos 70 anos - Sociedade - PUBLICO.PT

Instituto do Sangue quer dadores até aos 70 anos - Sociedade - PUBLICO.PT

Perante uma crise nos bancos de sangue, o Instituto Português do Sangue tem feito diversos apelos à doação de sangue e "gostava de alargar o número de dadores potenciais, nomeadamente permitindo dádivas de pessoas até aos 70 anos".

No próximo dia 26 de Fevereiro vai ser realizada uma campanha de recolha de sangue na Escola Secundária Eça de Queirós - Póvoa de Varzim durante a tarde. Se preencher todos os requisitos para poder dar sangue, não hesite em comparecer. Traga também os seus familiares, amigos, colegas de trabalhos e demais conhecidos. Há centenas de pessoas que necessitam dele!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Dia da Criança com Cancro assinalado com apresentação de livro e sessão de higiene oral - Sociedade - PUBLICO.PT

Dia da Criança com Cancro assinalado com apresentação de livro e sessão de higiene oral - Sociedade - PUBLICO.PT

Hoje é o Dia Internacional da Criança com Cancro. Para assinalar a data, a Associação Acreditar apresenta o livro "Fim do Tratamento. O que acontece a seguir?" (ver notícia) e oferece uma sessão gratuita de higiene oral às crianças hospedadas na associação e uma formação sobre a mesma aos pais.
Note-se que entre 1998 e 2002 foram identificados 620 novos casos de tumores malignos em crianças até aos 14 anos na Região de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve e Madeira.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Recolha de Sangue na ESEQ

No dia 3 de Fevereiro fomos, juntamente com o grupo Doar Vida, às instalações do jornal Voz da Póvoa que nos ajudou na divulgação da nossa campanha de recolha de sangue e de inscrição de dadores de medula óssea.
Na passada quarta-feira a notícia foi publicada (ver imagem) e já fomos reconhecidos lá na escola pelos "alunos do jornal"!:)

Aqui fica o nosso agradecimento ao jornal e mais uma vez apelamos a toda a comunidade que no próximo dia 26 de Fevereiro participe nesta nossa actividade.

Criança com Cancro: livro ensina pais a recuperar uma vida normal após tratamento - Sociedade - PUBLICO.PT

Criança com Cancro: livro ensina pais a recuperar uma vida normal após tratamento - Sociedade - PUBLICO.PT

Médicos e psicólogos escreveram um livro , "Fim do tratamento. O que acontece a seguir?"para ajudar os pais de crianças vítimas de cancro a retomar uma vida normal após o tratamento. O livro será apresentado amanhã pela Associação Acreditar, para assinalar o Dia Internacional da Criança com Cancro.
Contém dicas e conselhos para os pais que, após uma longa luta pela sobrevivência dos filhos, ficam com muitas dúvidas quanto ao estilo de vida que os seus filhos podem ter.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Cancro é a principal causa de morte natural em crianças com mais de um ano - Sociedade - PUBLICO.PT

Um tipo de cancro raro é a principal causa de morte natural causada por doença em crianças com menos de um ano de vida.

Cancro é a principal causa de morte natural em crianças com mais de um ano - Sociedade - PUBLICO.PT

Mais de 600 tumores infantis na Região Sul - JN

Mais de 600 tumores infantis na Região Sul - JN

Cerca de 620 novos casos de tumores malignos foram identificados entre 1998 e 2002 em crianças até aos 14 anos. O registo abarca as regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve e Madeira e revela prevalências superiores a outros países.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Alimentos como aipo e salsa podem ajudar a prevenir leucemia

Um estudo holandês publicado na revista científica Cell Death and Disease, sugere que comer alimentos que contenham o flavonóide natural apigenina pode ajudar a prevenir a leucemia.
O investigador Maikel Peppelenbosch da Universidade de Groningen, na Holanda, afirma que testes mostraram que a apigenina, um componente comum nas frutas e vegetais foi capaz de travar o desenvolvimento de dois tipos de células da leucemia e diminuir as suas probabilidades de sobrevivência.
Os resultados sugerem que a apigenina pode ser prometedora na prevenção da leucemia, afirma o cientista. No entanto, adverte que o composto tem resistência à quimioterapia, o que sugere que pode interferir com os tratamentos padrão em pessoas já diagnosticadas com leucemia.
«A apigenina pode ser um agente de prevenção útil da leucemia, mas não deve ser administrado ao mesmo tempo que a quimioterapia, uma vez que pode interferir com os efeitos positivos do tratamento», afirmou o especialista, cita a agência Reuters.
Estudos anteriores indicaram que a apigenina, que é encontrada no aipo, salsa, vinho tinto, molho de tomate e em outros alimentos à base de plantas, também pode ser benéfica na protecção contra o cancro nos ovários.

Fonte: Sapo Saúde

Fernanda e Eugénia

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Novo método permite detectar cancro em estado inicial

Novo método permite detectar cancro em estado inicial

A notícia data de há menos de uma semana e demonstra ser muito importante na detecção precoce de cancro.