quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Recolha de Sangue e Identificação de Dadores de Medula Óssea

Amanhã realiza-se, na Escola Secundária Eça de Queirós, a nossa actividade de recolha de sangue e inscrição de dadores de medula óssea, tão necessários a centenas de pessoas nos hospitais.
Por isso, apelamos a toda comunidade escolar e sociedade da Póvoa de Varzim e arredores a participar nesta nossa iniciativa.
Nas últimas semanas empenhamo-nos, em parceria com o grupo B, em divulgar a nossa campanha: afixamos cartazes pela cidade e distribuímos panfletos pelos alunos. Além disso, na página de Internet da nossa escola (ESEQ) é possível ler a circular que percorre as turmas de 12º ano. Também a Rádio Onda Viva nos ajudou, passando informações acerca da mesma, bem como o jornal Voz da Póvoa, que publicou uma notícia já referida.

Contamos consigo. Não custa nada e pode salvar vidas!:)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

CUIDADOS PALIATIVOS- NÍVEIS DE DIFERENCIAÇÃO

A criação de unidades de cuidados paliativos deve ser progressiva e coordenada pelas Administrações Regionais de Saúde, de forma a satisfazer as necessidades a nível local e a ser assegurada a existência de
locais de formação diferenciada.
As unidades de cuidados paliativos podem prestar cuidados em regime de internamento ou domiciliário e abranger um leque variado de situações, idades e doenças.
Sendo os doentes com cancro um grupo significativo nos utilizadores dos cuidados paliativos, os hospitais com serviços ou unidades de oncologia médica devem ser considerados como prioridade na criação de formas e modelos estruturados de prestação de cuidados paliativos.
Os cuidados paliativos devem ser planeados em função dos seguintes níveis de diferenciação:

Acção Paliativa

1. Representa o nível básico de paliação e corresponde à prestação de acções paliativas sem o recurso a equipas ou estruturas diferenciadas.
2. Pode e deve ser prestada, quer em regime de internamento, quer em regime
domiciliário, no âmbito da Rede Hospitalar, da Rede de Centros de Saúde ou da Rede de Cuidados Continuados.

Cuidados Paliativos de Nível I

1. São prestados por equipas com formação diferenciada em cuidados paliativos.
2. Estruturam-se através de equipas móveis, que não dispõem de estrutura de internamento próprio mas de espaço físico para sediar a sua actividade.
3. Podem ser prestados, quer em regime de internamento, quer em regime domiciliário.
4. Podem ser limitados à função de aconselhamento diferenciado.

Cuidados Paliativos de Nível II

1. São prestados em unidades de internamento próprio ou no domicílio, por equipas diferenciadas que prestam directamente os cuidados paliativos e que garantem disponibilidade e apoio durante 24 horas.
2. São prestados por equipas multidisciplinares com formação diferenciada em cuidados paliativos e que, para além de médicos e enfermeiros, incluem técnicos indispensáveis à prestação de um apoio global, nomeadamente nas áreas social, psicológica e espiritual.

Cuidados Paliativos de Nível III

Reúnem as condições e capacidades próprias dos Cuidados Paliativos de Nível II, acrescidas das seguintes características:
- desenvolvem programas estruturados e regulares de formação especializada em cuidados paliativos;
desenvolvem actividade regular de investigação em cuidados paliativos;
- possuem equipas multidisciplinares alargadas, com capacidade para responder a situações de elevada exigência e complexidade em matéria de cuidados paliativos, assumindo-se como unidades de referência.


Eugénia e Fernanda

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Cancro do pâncreas pode ser diagnosticado através da saliva

Cancro do pâncreas pode ser diagnosticado através da saliva

Um estudo da Universidade da Califórnia, Los Angeles, revelou a existência na saliva de biomarcadores para detecção de cancro do pâncreas num primeiro estágio da doença.
"Esta importante descoberta, publicada no «Gastroenterology», pode permitir uma maior eficácia no tratamento desta doença, até agora um dos cancros mais mortais por ser sintomática apenas numa fase já avançada."

Guerra duplicou casos de leucemia infantil no Iraque

Guerra duplicou casos de leucemia infantil no Iraque

Os casos de leucemia duplicaram em crianças iraquianas, nos últimos 15 anos.
Purificación García de Miguel, responsável da Unidade de Hemato-Oncologia e transplante de Medula Óssea Pediátrica do Hospital La Paz de Madrid, referiu ao diário espanhol não ter dúvidas que por detrás destes casos estão “os factores ambientais a que as crianças têm estado expostas em Basora”.